Chapter published in:
The Portuguese Language Continuum in Africa and Brazil
Edited by Laura Álvarez López, Perpétua Gonçalves and Juanito Ornelas de Avelar
[Issues in Hispanic and Lusophone Linguistics 20] 2018
► pp. 211235
References

References

Adriano, P. S.
(2014) Tratamento morfossintático de expressões e estruturas frásicas do português em Angola – Divergências em relação à norma européia. (Unpublished doctoral dissertation). Universidade de Évora, Évora, Portugal.
Alencastro, L. F. de
(2000) O trato dos viventes. A formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras.Google Scholar
Alkmim, T., & Petter, M.
(2008) Palavras da África no Brasil de ontem e de hoje. In Fiorin, J. L. & M. Petter (Eds.), África no Brasil: A formação da língua portuguesa (pp.145–177). São Paulo: Contexto.Google Scholar
Avelar, J., & Galves, C.
(2013) Concordância locativa no português brasileiro: Questões para a hipótese de contato. In M. D. Moura & M. A. Sibaldo (Eds.), Para a história do português brasileiro (pp. 103–132). Maceió: Edufal.Google Scholar
(2014) O papel das línguas africanas na emergência da gramática do português brasileiro. Lingüística, 30, 241–288.Google Scholar
Baxter, A. N.
(1992) A contribuição das comunidades afro-brasileiras isoladas para o debate sobre a crioulização prévia: Um exemplo do estado da Bahia. In E. D’Andrade & A. Kihm (Eds.), Actas do Colóquio sobre ‘Crioulos de base lexical portuguesa’ (pp. 7–35). Lisbon: Colibri.Google Scholar
(1998) Morfossintaxe. In M. Perl, A. Schwegler, & G. Lorenzino (Eds.), América negra: Panorámica actual de los estudios lingüísticos sobre variedades hispanas, portuguesas y criollas (pp. 91–137). Frankfurt/Madrid: Vervuert/Iberoamericana.Google Scholar
Baxter, A. N., & Lucchesi, D.
(1997) A relevância dos processos de pidginização e crioulização na formação da língua portuguesa no Brasil. Estudos Lingüísticos e Literários, 19, 65–84.Google Scholar
Berlin, I.
(2007) Slaves without masters. The free negro in the Antebellum South. New York, NY: The New Press.Google Scholar
Bonvini, E.
(1996) Repères pour une histoire des connaissances linguistiques des langues africaines. Du XVIe au XVIIIe siècle: Dans le sillage des explorations. Histoire, Epistémologie, Langage, 18(2), 127–148. CrossrefGoogle Scholar
(2002) Palavras de origem africana no português do Brasil: Do empréstimo à integração. In J.H. Nunes & M. Petter (Eds.), História do saber lexical e constituição de um léxico brasileiro (pp. 147–162). São Paulo: Humanitas.Google Scholar
(2008) Línguas africanas e português falado no Brasil. In J. L. Fiorin & M. M. T. Petter (Eds.), África no Brasil: A formação da língua portuguesa (pp. 15–62). São Paulo: Contexto.Google Scholar
(2009) Revisiter, trois siècles après, Arte da lingua de Angola de Pedro Dias S.I. (1697), première grammaire du Kimbundu. In M. M. T. Petter, M. & R. B. Mendes (Eds.), Exploring the African language connection in the Americas. Proceedings of the Special World Congress of African Linguistics (pp. 15–45). São Paulo: Humanitas.Google Scholar
Bostoen, K., & Mundeke, L.
(2011) Passiveness and inversion in Mbuun (Bantu B87, DRC). Studies in Language, 35, 72–111. CrossrefGoogle Scholar
Castro, Y. P. de
(2001) Falares africanos na Bahia. Um vocabulário afro-brasileiro. Rio de Janeiro: Topbooks.Google Scholar
Chatelain, H.
(1888–89) Grammatica elementar do kimbundo ou língua de Angola. Genebra: Typ. de Charles Schuchardt.Google Scholar
Chaudenson, R.
(2001) Creolization of language and culture. London: Routledge. CrossrefGoogle Scholar
(2003) La créolisation: Théorie, applications, implications. Paris: L’Harmattan.Google Scholar
Chavagne, J. P.
(2005) La langue portugaise d’Angola: Étude des écarts par rapport à la norme européenne du portugais. (Unpublished doctoral dissertation). Université Lumière Lyon 2, Lyon, France.
Cocchio, G.
(2008) Verbal extensions in Tshiluba. Lingua, 1, 75–89.Google Scholar
Dom, S.
(2014) The neuter in Bantu. A systemic functional analysis. (Unpublished master’s dissertation). Ghent University, Ghent, Belgium.
Fernandes, G.
(2015) Primeiras descrições das línguas africanas em língua portuguesa. Confluência: Revista do Instituto de Língua Portuguesa, 49, 43–67.Google Scholar
Fleisch, A.
(2006) Agent phrases in Bantu passives. In F. K. Erhard Voeltz (Ed.), Studies in African linguistics typology (pp. 93–111). Amsterdam: John Benjamins. CrossrefGoogle Scholar
Galves, C., & Faria, P.
(2010) Tycho Brahe Parsed Corpus of Historical Portuguese. http://​www​.tycho​.iel​.unicamp​.br​/~tycho​/corpus​/en​/index​.htmlGoogle Scholar
Gandavo, P. M.
(1576) Historia da Província Santa Cruz que vulgarmente chamamos Brasil. Tycho Brahe Parsed Corpus of Historical Portuguese. http://​www​.tycho​.iel​.unicamp​.br​/~tycho/ corpus​/en​/index​.htmlGoogle Scholar
Givón, T.
(2006) Grammatical relations in passive clauses: A diachronic perspective. In W. Abraham & L. Leisiö (Eds.), Passivization and typology. Form and function (pp. 337–350). Amsterdam: John Benjamins. CrossrefGoogle Scholar
Guthrie, M.
(1971) Comparative Bantu, Vol. 3. London: Gregg Press.Google Scholar
Heywood, L. M.
(2010) Diáspora negra no Brasil. São Paulo: Contexto.Google Scholar
Heywood, L. M., & Thornton, J. K.
(2007) Central Africans, Atlantic creoles, and the foundation of the Americas, 1585–1660. Cambridge: Cambridge University Press.Google Scholar
Kemmer, S.
(1993) The middle voice. Amsterdam: John Benjamins. CrossrefGoogle Scholar
Kula, N. C., & Marten, L.
(2010) Argument structure and agency in Bemba passives. In Karsten Legère & Christina Thörnell (Eds.), Bantu languages: Analyses, description and theory (pp. 115–130). Cologne: Rüdiger Köppe.Google Scholar
Lakoff, G.
(1987) Women, fire and dangerous things. What categories reveal about the mind. Chicago, IL: The University of Chicago Press. CrossrefGoogle Scholar
Lucchesi, D.
(2000) A variação da concordância de gênero em uma comunidade de fala afrobrasileira: Novos elementos sobre a formação do português popular do Brasil. (Unpublished doctoral dissertation). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil.
Macêdo, T.
(1992) O ‘pretoguês’ e a literatura de José Luandino Vieira. Alfa, 36, 171–176.Google Scholar
Mufwene, S. S.
(2008) Language evolution. Contact, competiton and change. London: Continuum.Google Scholar
Negrão, E. V., & Viotti, E.
(2008) Estratégias de impessoalização no português brasileiro. In J. L. Fiorin & M. M. T. Petter (Eds.), África no Brasil: A formação da língua portuguesa (pp. 179–203). São Paulo: Contexto.Google Scholar
(2010) A estrutura sintática das sentenças absolutas no português brasileiro. Lingüística, 23, 61–82.Google Scholar
(2011) Epistemological aspects of the study of the participation of African languages in Brazilian Portuguese. In M.M.T. Petter & M. Vanhove (Eds.), Portugais et langues africaines. Études afro-brésiliennes (pp. 13–44). Paris: Karthala.Google Scholar
(2014a) Contato entre quimbundo e português clássico: Impactos na gramática de impessoalização do português brasileiro e angolano. Linguística, 30, 289–330.Google Scholar
(2014b) Brazilian Portuguese as a transatlantic language: Agents of linguistic contact. Interdisciplinary Journal of Portuguese Diaspora Studies, 3, 135–154.Google Scholar
Paixão de Sousa, M. C.
(2008) Subjects and topics in Classical and Brazilian Portuguese: Hypothesis for a grammatical change. Unpublished manuscript, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil.
Petter, M.
(2007) Uma hipótese explicativa do contato entre o português e as línguas africanas. Papia, 17, 9–19.Google Scholar
(2008) Variedades linguísticas em contato: Português angolano, português brasileiro, português moçambicano. (Unpublished dissertation for Associate Professorship). Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil.
Queiroz, S.
(1998) Pé preto no barro branco: A língua dos negros da Tabatinga. Belo Horizonte: Editora da UFMG.Google Scholar
Rodrigues, J.
(2005) De costa a costa: Escravos, marinheiros e intermediários do tráfico negreiro de Angola ao Rio de Janeiro (1780–1860). São Paulo: Companhia das Letras.Google Scholar
Rosch, E.
(1999) Principles of categorization. In E. Margolis & S. Laurence (Eds.), Concepts. Core readings (pp. 189–206). Cambridge, MA: The MIT Press.Google Scholar
Schadeberg, T. C.
(2003) Derivation. In D. Nurse & G. Philippson (Eds.), The Bantu Languages (pp. 71–89). London: Routledge.Google Scholar
Siewierska, A.
(2010) From third plural to passive: Incipient, emergent, and established passives. Diachronica, 27, 73–109. CrossrefGoogle Scholar
Vogt, C., & Fry, P.
(1996) Cafundó, a África no Brasil: linguagem e sociedade. São Paulo: Companhia das Letras.Google Scholar
Wittgenstein, L.
(2009 [1953]) Philosophical investigations (4th ed.). Oxford: Wiley Blackwell.Google Scholar