Chapter published in:
The Portuguese Language Continuum in Africa and Brazil
Edited by Laura Álvarez López, Perpétua Gonçalves and Juanito Ornelas de Avelar
[Issues in Hispanic and Lusophone Linguistics 20] 2018
► pp. 111133
References

References

Amaral, I.
(1960) Aspectos do povoamento branco de Angola. Lisbon: Junta de Investigações do Ultramar.Google Scholar
Araujo, S., & Lucchesi, D.
(2016) Um estudo comparativo sobre a concordância verbal em Feira de Santana e em Luanda. Papia, 26, 71–99.Google Scholar
Bal, W.
(1979) Afro-Romanica studia. Albufeira: Edições Podeidon.Google Scholar
Barros, A.
(2002) A situação do português em Angola. In M. H. Mira Mateus (Ed.), Uma política de língua para o português (pp. 35–44). Lisbon: Edições Colibri.Google Scholar
Broadhead, S. H., & Martin, P.
(1992) Historical dictionary of Angola (2nd ed.). Metuchen, NJ: The Scarecrow Press.Google Scholar
Cabral, L.
(2005) Complementos verbais preposicionados do português em Angola. (Unpublished master’s dissertation).Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Cambuta, J.
(2014) A formação de verbos no português de Angola (para um estudo comparativo entre o português europeu e o português de Angola). (Unpublished master’s dissertation). Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Cameia, D.
(2013) Desenvolvimento da competência lexical na aprendizagem da língua portuguesa. (Unpublished master’s dissertation). Universidade Nova de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Chavagne, J.-P.
(2005) La langue portugaise d’Angola. (Unpublished doctoral dissertation). Université Lumière Lyon 2, Lyon, France.
van Coetsem, F.
(1988) Loan phonology and the two transfer types in language contact. Dordrecht: Foris. CrossrefGoogle Scholar
Costa, A.
(1997) Rupturas estruturais do português e línguas bantas em Angola. Para uma análise diferencial. (Unpulished doctoral dissertation). Universidade do Minho, Braga, Portugal.
Dala, R.
(2013) Sobre a semântica do tempo presente e português europeu e português de Angola. (Unpulished doctoral dissertation).Universidade do Porto, Porto, Portugal.
Domingos, M.
(2011) Nasalidade vocálica em português – Pistas para identificação forense de falantes. (Unpulished master’s dissertation).Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Endruschat, A.
(1989) Création lexicale en portugais parlé dans la République populaire d’Angola. In J.-M. Massa & M. Perl (Eds.), La Langue Portugaise en Afrique (pp. 69–86). Rennes: Université de Haute Bretagne.Google Scholar
Fernandes, J., & Ntondo, Z.
(2002) Angola: Povos e línguas. Luanda: Nzila.Google Scholar
Figueiredo, C., & Oliveira, M.
(2013) Português do Libolo, Angola, e português afro-indígena de Jurassaca, Brasil: cotejando os sistemas de pronominalização. Papia, 23, 105–185.Google Scholar
Freudenthal, A. F.
(2001) Angola. In A. H. d. O. Marques (Ed.), Nova história da expansão portuguesa: O império africano 1890–1930 (Vol. 11, pp. 259–467). Lisbon: Editorial Estampa.Google Scholar
Gärtner, E.
(1989) Remarques sur la syntaxe du portugais en Angola e au Mozambique. In J. M. Massa & M. Perl (Eds.), La langue Portugaise en Afrique (pp. 29–54). Rennes: Université de Haute Bretagne.Google Scholar
Halme, R.
(2005) Angola: Language situation. In K. Brown (Ed.), The encyclopedia of language and linguistics (Vol. 1, pp. 261–282). Oxford: Elsevier.Google Scholar
Heimer, F.-W.
(1974) Educação e sociedade nas áreas rurais de Angola: Resultados de um inquérito. Luanda: Missão de Inquéritos Agrícolas de Angola.Google Scholar
Holm, J.
(2004) Languages in contact: The partial restructuring of vernaculars. Cambridge: Cambridge University Press.Google Scholar
(2009) The genesis of the Brazilian Vernacular: Insights from the indigenization of Portuguese in Angola. Papia, 19, 93–122.Google Scholar
INE (Instituto Nacional de Estatística)
(2016) Resultados definitivos do recenseamente geral da população e da habitação de Angola 2014. Luanda: INE.Google Scholar
Inverno, L.
(2006) Angola’s transition to vernacular Portuguese. (Unpublished master’s dissertation). Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
(2011) The restructuring of Portuguese morphosyntax in interior Angola – Evidence from Dundo (Lunda Norte). (Unpublished doctoral dissertation). Universidade de Coimbra, Coimbra, Portugal.
Lewis Kapetula, J.
(2016) Interpretação de sujeitos nulos no português de Angola. (Unpublished master’s dissertation).Universidade Nova de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Lewis, M. P., Simons, G. F., & Fennig, C. D.
(2015). Languages of Angola. In M. P. Lewis, G. F. Simons, & C. D. Fennig (Eds.), Ethnologue: languages of the world (18th ed.). Dallas, TX: SIL International. Retrieved from http://​www​.ethnologue​.comGoogle Scholar
Lipski, J.
(2005) A history of Afro-Hispanic language: Five centuries, five continents. Cambridge: Cambridge University Press. CrossrefGoogle Scholar
Manuel, F.
(2015) Aspetos do português falado em Benguela. (Unpublished master’s dissertation). Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Marimba, F.
(2016) Aquisição de artigos em português língua segunda por falantes de língua materna kikongo. (Unpublished master’s dissertation). Universidade Nova de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Marques, I. G.
(1983) Algumas considerações sobre a problemática linguística em Angola. In Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (Ed.), Actas do Congresso sobre a situação actual da língua portuguesa no mundo – Lisboa 1983 (pp. 205–223). Lisbon: Instituto de Cultura e Língua Portuguesa.Google Scholar
Mendes, B. C.
(1985) Contributo para o estudo da língua portuguesa em Angola. Lisbon: Instituto de Linguística da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.Google Scholar
Mingas, A.
(1998) O português em Angola: Reflexões VIII Encontro da Associação das Universidades de Língua Portuguesa (Vol. 2, pp. 109–126). Macau: Centro Cultural da Universidade de Macau.Google Scholar
(2000) Interferência do kimbundu no português falado em Lwanda. Porto: Campo das Letras.Google Scholar
(2002) Ensino da língua portuguesa no contexto de Angola. In M. H. Mira Mateus (Ed.), Uma política de língua para o português (pp. 45–50). Lisbon: Edições Colibri.Google Scholar
Moreira, L.
(2015). Análise dos textos escritos produzidos por alunos da 7ª classe em Angola e propostas de remediação de erros. (Unpublished master’s dissertation). Universidade Nova de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Mota, M. A.
(2015) Para uma tipologia da concordância sujeito-verbo em português falado: Contributos do português de Luanda e de Cabo Verde. Cuadernos de la ALFAL, 7, 17–35.Google Scholar
Nauege, J. M.
(2015) Aquisição da competência lexical na aprendizagem do português língua segunda – Especificidades do aluno angolano. (Unpublished master’s dissertation). Universidade Nova de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Neto, M. G.
(2012) Aproximação linguística e experiência comunicacional: O caso da Escola de Formação Garcia Neto. Luanda: Mayamba Editora.Google Scholar
Nzau, D., Venâncio, J. C., & Sardinha, M.
(2013) Em torno da consagração de uma variante angolana do português: Subsídios para uma reflexão. Limite, 7, 159–180.Google Scholar
Oliveira, F. de
(1975 [1536]) A gramática da linguagem portuguesa. Lisbon: Imprensa Nacional – Casa da Moeda.Google Scholar
Perl, M.
(1989a) Algunos resultados de la comparación de fenómenos morfosintácticos del “habla bozal” de la "linguagem dos musseques”, del “palenquero” y de lenguas criollas de base portuguesa. In Estudios sobre español de América y lingüística afro americana (Ponencias presentadas en el 45 Congreso Internacional de Americanistas) (pp. 369–380). Bogotá: Publicaciones del Instituto Caro y Cuervo.Google Scholar
(1989b) Le portugais et le créole portugais en Afrique. In J. M. Massa & M. Perl (Eds.), La langue portugaise en Afrique (pp. 9–27). Rennes: Université de Haute Bretagne.Google Scholar
Petter, M. M. T.
(2007) Uma hipótese explicativa do contato entre o português e as línguas africanas. Papia, 17, 9–19.Google Scholar
(2008a) O léxico compartilhado pelo português angolano, brasileiro e moçambicano. Veredas, 9, 61–82.Google Scholar
(2008b) Variedades linguísticas em contacto: Português angolano, português brasileiro e português moçambicano. (Unpublished dissertation for Associate Professorship). Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil.
(2009) Aspectos morfossintáticos comuns ao português angolano, brasileiro e moçambicano. Papia, 19, 201–220.Google Scholar
(2015) Ampliando a investigação do continuum afro-brasileiro do português. Papia, 25, 305–317.Google Scholar
Pinto, A. O.
(2015) História de Angola – Da pré-história ao início do século XXI. Lisbon: Mercado de Letras.Google Scholar
Russel-Wood, A. J. R.
(1992) A world on the move – The Portuguese in Africa, Asia and America 1415–1808. New York, NY: St. Martin’s Press.Google Scholar
Santos, E.
(2015) Sentenças marcadas para o foco no português do Libolo: Uma proposta de análise derivacional. (Unpublished doctoral dissertation). Universidade de São Paulo, São Paulo, Brazil.
Schuchardt, H.
(1888) On creole Portuguese. In T. L. Markey (Ed.), The ethnography of variation: Selected writings on pidgins and creoles (pp. 59–72). Ann Arbor, MI: Karoma.Google Scholar
Trinta, C.
(2016) Distribuição dos modos conjuntivo e indicativo no português falada e escrito em Angola: Um estudo comparativo com o PE, numa perspetiva semântica. (Unpublished master’s dissertation). Universidade de Lisboa, Lisbon, Portugal.
Valkhoff, M. F.
(1966) Studies in Portuguese and Creole: With special reference to South Africa. Johannesburg: Witwatersrand University Press.Google Scholar
Vansina, J.
(2001) Portuguese vs Kimbundu: Language use in the colony of Angola (1575- c. 1845). Bull. Séanc. Acad. R. Sci. Outre-Mer Mede. Zitt. K. Acad. Overzeese Wet, 47, 267–281.Google Scholar
Vilela, M.
(1995) Algumas tendências da língua portuguesa em África. In M. Vilela (Ed.), Ensino e língua portuguesa: Léxico, dicionário, gramática (pp. 45–72). Coimbra: Almedina.Google Scholar
(1999) A língua portuguesa em África: Tendências e factos. Africana Studia, 1, 175–195.Google Scholar
Winford, D.
(2005) Contact-induced changes – Classification and processes. Diachronica, 22, 373–427. CrossrefGoogle Scholar